25 de maio de 2007

Vestibulanda entrando em depressão: Mode [ON]

Hoje: Frases legais e nada legais do cursinho!

"Neste mês o tempo ainda está com vocês! Mas mês que vem ele estará contra vocês!! Aproveitem agora! Ainda dá tempo..."
(By Prof. de Física)


Outro professor falando sobre uma matéria que não entendi direito...
Professor: "Essa matéria não cai no vestibular.."
Lilian pensando: "Ufa!!"
Professor: "..ELA DESPENCA!!"
Lilian assustada e apavorada procurando as anotações da aula para ler novamente.


"TAMM! Errou!!"
(By Prof. de Química)


"Oiiii, eu sou o Y!!"
"I'm comming!!"
(By Prof. de Inglês master comico)


Professor: "O que é a primeira coisa que fazem quando pegam um brilhante?"
Alunos normais pensam: "Olha contra o sol!"
Aluna presepada e perdida diz: "Morde!!"


"Aqui no Alferes os alunos não têm ETAPAS em suas vidas... Eles têm FASES!!
Aqui no Alferes os alunos não têm OBJETIVOS.. Eles têm METAS!!
Aqui no Alferes os alunos não tem ANGLOS..Eles têm... ahn... uhn... Vocês entenderam!!"
(By algum professor perdido)


"Quer apostar???"
(By menina da minha sala que com esta brincadeira ganhou cinco suflairs de um professor)


Professor falando e andando pra lá e pra cá... Em um certo momento: RASG!!!! (camiseta com um novo furo)
Professor nos olha com uma cara assustada: - "Poutz!! Que merda... Não acredito!"
Alunos rindo da cara que o professor está fazendo.
Professor: - "Afff.. Que que eu vou fazer agora?!?!"
Alunas engraçadinhas: - "Tira, Professor!!"
Professor olha para elas com uma cara de medo e um pouco de espanto e diz: - Vocês estão loucas?!?!?"
(By aula de redação)


"Vocês lembram de quando eu falei da minha tia.. quando ela me disse que viu dois eclipses em um dia só?"
(By Prof. de Física que alopra a tia presepada dele)


Tá ruim, mas tá bom demais!!!! =DDDD
Vam'boraaaaaa!!!
Dar um gás pra não ter que aturar isso ano que vem também!!

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23 de maio de 2007

I still here

Para a infelicidade de uns, felicidade de outros.. Para minha própria infelicidade.

Certa vez me disseram: "A esperança da Lilian nunca morre."
Pior que é verdade, né? Sempre consigo achar um nada de esperança para me apoiar e seguir em frente. Esperança que vezes incomoda, vezes me faz decidir as coisas certas.
Qual será a escolha certa e a errada? E, entre a certa e a errada, qual vai ser melhor? Algumas vezes a escolha ruim é a melhor escolha e em outras a certa é a melhor.

Meus textos são confusos assim mesmo. Tanto porque eu estou confusa. Quem dera eu achasse um jeito de fazer tudo perfeito.. (feito a coisa fosse um projeto...) o.O"

Dias melhores estão por vir!

Levanto minha cabeça, muda, um olhar com medo, tristeza, insegurança e paixão misturado com força de vontade e alegria. Bato tudo no liquidificador, com um sorriso bobo de quando me lembro de certo sorriso.

Vou tentar não entrar em questões existenciais, por isso...

Até a próxima.


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21 de maio de 2007

O Sétimo Selo

Ontem, assistindo ao filme citado acima achei uma cena muito interessante!

A cena acontece em uma taberna onde um servo encontra com o ferreiro bêbado que foi abandonado por sua mulher.

- Minha nossa! É Plog, o ferreiro. Está lamuriando sozinho?
- Olhe para mim. Pareço um coelho acuado.
- Por causa da sua esposa?
- Sim, ainda não a encontrei.
- É um inferno com elas e um inferno sem elas. A melhor coisa é matá-las enquanto está tudo bem.
- Elas são umas porcarias.
- Gritaria e fraldas sujas.
- Unhas e línguas afiadas.
- Brigas, discussões e sogras.
- E quando quer dormir...
- Uma nova melodia.
- Lágrimas e choramingos que acordam até os mortos.
- "Não vai me dar um beijo?"
- "Não vai me cantar uma música?"
- "Não me ama como antes."
- "Veja meu novo vestido."
- Você vira de lado e ronca.
- Droga.
- Ela se foi, dê graças a Deus.
- Vou torcer o nariz deles. Vou martelar seus peitos com meu martelo... E esmagar suas cabeças com minha maior ferramenta.

(choro)

- Está chorando de novo.
- Acho que a amo.
-Talvez sim. Pois vou-lhe dizer uma coisa, meu pobre coitado. O amor nada mais é do que a luxúria pura... enganos e mentiras, traições e tolices.
- Mas dói mesmo assim.
- Claro que sim. O amor é a pior das pestes, mas morrer de amor, seria um prazer. Isto vai passar.
- O meu amor não passa.
- Claro que sim. Poucos morrem de amor. Se tudo é imperfeito neste mundo imperfeito... então, o amor é perfeito... em sua perfeição.
- Você é feliz por conseguir falar tais coisas e acreditar.
- Acreditar? Não acredito. Só gosto de dar conselhos. Se me pede um, lhe dou dois.


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20 de maio de 2007

Sem inspiração para escrever algo útil?!
Sim.
Fazer o quê, né?Vou deixar algo como Caio Fernando Abreu por aqui...!


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Há alguns dias, Deus — ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus —, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.

Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer — eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal — não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada. Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos, com aquele mesmo descuido, de "minha vida". Outros fragmentos, daquela "outra vida". De repente cruzadas ali, por puro mistério, sobre as toalhas brancas e os copos de vinho ou água, entre casquinhas de pão e cinzeiros cheios que os garçons rapidamente esvaziavam para que nos sentíssemos limpos. E nos sentíamos.

Por trás do que acontecia, eu redescobria magias sem susto algum. E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido. Nada de mal me aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa. Os olhos da outra pessoa me olhavam e me reconheciam como outra pessoa, e suavemente faziam perguntas, investigavam terrenos: ah você não come açúcar, ah você não bebe uísque, ah você é do signo de Libra. Traçando esboços, os dois. Tateando traços difusos, vagas promessas.

Nunca mais sair do centro daquele espaço para as duras ruas anônimas. Nunca mais sair daquele colo quente que é ter uma face para outra pessoa que também tem uma face para você, no meio da tralha desimportante e sem rosto de cada dia atravancando o coração. Mas no quarto, quinto dia, um trecho obsessivo do conto de Clarice Lispector "Tentação" na cabeça estonteada de encanto: "Mas ambos estavam comprometidos. Ele, com sua natureza aprisionada. Ela, com sua infância impossível". Cito de memória, não sei se correto. Fala no encontro de uma menina ruiva, sentada num degrau às três da tarde, com um cão basset também ruivo, que passa acorrentado. Ele pára. Os dois se olham. Cintilam, prometidos. A dona o puxa. Ele se vai. E nada acontece.

De mais a mais, eu não queria. Seria preciso forjar climas, insinuar convites, servir vinhos, acender velas, fazer caras. Para talvez ouvir não. A não ser que soprasse tanto vento que velejasse por si. Não velejou. Além disso, sem perceber, eu estava dentro da aprendizagem solitária do não-pedir. Só compreendi dias depois, quando um amigo me falou — descuidado, também — em pequenas epifanias. Miudinhas, quase pífias revelações de Deus feito jóias encravadas no dia-a-dia.

Era isso — aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha opaca vida com os mesmos olhos atentos com que eu a olhava: uma pequena epifania. Em seguida vieram o tempo, a distância, a poeira soprando. Mas eu trouxe de lá a memória de qualquer coisa macia que tem me alimentado nestes dias seguintes de ausência e fome. Sobretudo à noite, aos domingos. Recuperei um jeito de fumar olhando para trás das janelas, vendo o que ninguém veria.

Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tanto tempo incapazes de ver: uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que reponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome.

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15 de maio de 2007

Rota do Desconhecido

Quando eu seguir na rota do desconhecido
a minha voz ficará cantando na tua memória
e tua alma sentirá a presença
do meu sonho em teu sonho,
do meu riso de perdão à miséria do mundo.
Então, Amada, canta!
A noite se embalará com as canções marinhas
subindo, diretas, do teu coração.
Tua alma será, então uma praia branca,
onde cantarão os pescadores tristes:
os teus sonhos de amor abraçados ao desânimo...
Eu irei longe... Minha memória errará nas estrelas
e minha alma será o vento que acarinha plantas,
que acarinha flores sonolentas.

Eu irei longe, eu irei tão longe,
que meu coração vencerá distâncias
para ouvir tuas canções praieiras,
amada, grande Amada,
e minha alma será o céu pontilhado de estrelas
que há de fazer adormecer tua saudade!


(Alphonsus de Guimaraens Filho)

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14 de maio de 2007

Maturidade Versus Maioridade Penal

Como todo vestibulando é um ser estranho e sente peso na consciência quando entra na internet, decidi colocar alguns temas de redações de vestibulares aqui no blog às vezes.

O tema de hoje é Maioridade Penal Versus Maturidade!

Devido ao crime cometido por menores infratores ocorrido no Rio de Janeiro no qual o menino João Hélio Fernandes foi morto ao ser arrastado pelo cinto de segurança do carro por sete quilômetros está sendo discutida a redução da maioridade penal no Brasil.

Para que esta discussão possa ocorrer é preciso ter em mente a diferença entre maioridade e maturidade que, em muitos casos, são tratados como sinônimos.

A maioridade penal que, no caso do Brasil, é de dezoito anos nem sempre vem acompanhada da maturidade necessária para usufruir da liberdade "conquistada" ao ser maior de idade. Porém, há muitas pessoas que amadurecem antes disso.

A maturidade não é apenas uma questão de ser maior perante a lei, ela é consequência das experiências vivenciadas e responsabilidades adquiridas.

Reduzir a maioridade penal seria uma das soluções para poder julgar corretamente os crimes hediondos como a morte de João Hélio, porém não a mais eficaz.

A eficácia não pode ser atingida do dia para a noite e, somente se iniciarem um projeto de leis melhor neste momento, poderão ter resultados melhores no futuro.


Ps. Acredito que a maturidade não depende de uma idade cronológica e, mesmo que a idade nos ajude a ter mais experiências, não se pode dizer que uma pessoa mais velha é mais madura apenas por ela ser mais velha.
Em relação ao tema apresentado, acho que a justiça só será feita quando as pessoas forem julgadas pelos seus crimes e não por suas idades.

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13 de maio de 2007

Um novo começo?

Criando um novo blog. Por quê?

Não há motivos aparentes... Só uma vontade de escrever que me ocorre algumas vezes.

Acho que a maioria me conhece, por isso vou dispensar apresentações.

Hoje é um dia legal! Dia 13 de maio! Hehe! *interna*

Quando eu tiver mais tempo posto algo mais útil por aqui.

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca".
(Clarice Lispector)

=*
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